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DICAS, LIFE & LOVE

“CASA ARRUMADA, CABEÇA ARRUMADA”

16 Maio, 2017

 

Este é um dos meus lemas de vida.

Esta é umas das minhas grandes preocupações.

Esta é também a principal fonte de discussão lá em casa.

 

Pensem numa Virginiana (é sempre super científico e consensual quando evocamos a Astrologia para justificar as nossas idiossincrasias paradigmáticas do ser, também conhecidas por “taras e manias”) muito vincada na parte do método, da arrumação e do equilíbrio, ali no border-line do T.O.C. no que concerne às arrumações e limpezas. Olá, sou EU!

 

 

Agora imaginem um nativo de Leão que adora abanar a sua juba, ficar esparramado debaixo do chaparro da savana, exímio na arte do “não fazer um c%$#”&” enquanto se entretém a palitar os dentes com um osso proveniente do último gnu que matou com o seu charme e sentido de humor. Olá, apresento-vos o MARIDÃO!

 

 

 

Pensem em duas pessoas diametralmente opostas no que se refere às prioridades caseiras, porém conformadas com as suas divergências funcionais. Em bom português, escolhemos as nossas lutas e desistimos de impor as nossas loucuras. Neste momento concordamos em discordar nas lides domésticas.

 

 

Lavagem de roupa-suja à parte, aquilo que quero partilhar convosco é que, mesmo que ele nunca o admita publicamente, na sua intimidade mais intima do seu ser, o maridão já me confidenciou, em sussurros, que agora, depois de ter experimentado esta vida limpa, arrumada e organizada, seria incapaz de voltar ao caos infeliz (adicionei poeticamente o adjectivo) da sua anterior existência de solteiro. PUMBAS!

 

 

OU SEJA, viver em harmonia, num lar arrumado, equilibrado é, sem sombra de dúvidas, uma existência mais feliz. Digo eu e admite o meu leãozinho selvagem, só agora aos poucos domesticado.

 

Lembro-me de ser muito nova e já ter esta preocupação com a organização. Detestava ver a minha secretária do quarto apilhada com livros e cadernos. Odiava ver a montanha de roupa que se acumulava na cadeira do quarto. Detestava não ter as minhas coisas nos sítios certos, onde elas deveriam estar.

 

 

Não há volta a dar! Eu sou assim, sempre fui assim, GABRIEL… ups! MARTAAAAAAAAAAAAA!!!!

 

Agora aqui entre nós que ninguém nos lê ou ouve, se vos disser que uma das minhas terapias diárias e semanais (ao sábado de manhã) é arrumar a casa toda, serei louca?!?! Detesto ver roupa por apanhar, máquinas por tirar, roupa espalhada no sofá do escritório (sim, esta boca é para ti, leão…), toalhas no chão da casa-de-banho, parafernália tecnológica espalhada na mesa da sala e tachos por arrumar.

 

Se eu vos disser que arrumar a casa é para mim uma espécie de terapia mental serei louca?!??! Provavelmente… sim!

 

 

Para mim, casa arrumada é cabeça arrumada. Pensem comigo (desesperadamente a tentar justificar loucuras…), como tudo o resto é tão caótico, o trabalho tão frenético, os dias tão corridos, que no meio do caos e da imprevisibilidade preciso de ter um porto seguro, um sítio onde posso existir, onde tudo está arrumado, limpo e organizado. Quase como se, se tudo o resto desabar eu sei que “aquilo” está ali certinho e direitinho. F.R.E.A.K.!!! Eu sei! Eu sei! Mas convivo bem com a minha freakness!

 

 

Mas se calhar não sou assim tão louca!

Dizem-nos os especialistas que a casa espelha a nossa personalidade e o nosso gosto. Uma casa arrumada também contribui para o nosso estado de espírito. Não poderia estar mais de acordo.

 

Um estudo levado a cabo pelo a IKEA Portugal revelou que 59% dos lisboetas dizem ter tantas coisas em casa que não conseguem organizá-las. Vocês fazem parte desta percentagem?

Por outro lado, 27% das pessoas inquiridas sentem-se irritadas pela sensação de desarrumação. Quem nunca? E 15% dos lisboetas entrevistados discutem semanalmente sobre arrumações. BRAÇO NO AR!

 

Estas são algumas das conclusões do estudo “A vida em casa dos Lisboetas”, levado a cabo pela IKEA, que reflectem a importância da arrumação no nosso dia-a-dia.

 

Para facilitar e melhorar a nossa vida em nossas casas, a IKEA acaba de lançar o movimento #euqueroarrumar, assinalando o próximo dia 20 de Maio como o Dia da Arrumação (o João vai amar saber isto!), numa tentativa de sensibilizar e ajudar as famílias portuguesas.

 

E vocês? Como vão as vossas arrumações? Como fazem aí em casa?

 

Se estão naquela fase de ganhar coragem, se precisam daquele empurrãozinho extra para começarem a “destralhar” e a arrumar, aconselho-vos a descobrirem através do site euqueroarrumar.ikea.pt/ todas as dicas dos quatro embaixadores desta iniciativa – Marta Cunha, Decoradora de Interiores IKEA, Eduardo Sá, Psicólogo, Mónica Pereira, do Atelier “Cooking Memories” e Mariana Seara Cardoso, Blogue “Aos Pares”-, que deram o seu testemunho sobre organização em casa, mostrando às famílias portuguesas como arrumar é importante para o nosso bem-estar. Amém!

O psicólogo Eduardo Sá,  acredita que pessoas mais arrumadas são também pessoas mais felizes (eu sabia!) e garante que, da arrumação da casa à arrumação de cada um de nós vai uma distância muito curta. PREACH BROTHER!

Eduardo Sá sublinha ainda que aprender a organizar é também saber respeitar: “onde houver lugar para tudo, há espaço para todos (sobretudo para a diferença)”, ouviste Maridão?!

Para acompanhar o lançamento deste movimento, no dia 20 de Maio, as lojas IKEA recebem Workshops para Membros IKEA Family, com a participação de convidadas especiais que darão algumas dicas de arrumação.

 

E como a IKEA quer mesmo mesmo mesmo que façamos estas pequenas (grandes) mudanças nas nossas casas, até 24 de Maio, todos os clientes IKEA podem usufruir de 25% desconto em vale IKEA em todas as cómodas MALM, e descontos em oito essenciais da arrumação.

Tudo para que em nossa casa haja sempre espaço para tudo, menos para frustrações.

Pessoal, agora, não há mesmo desculpas!

 

Da parte que me toca, sinto que poderia ser a embaixadora desta campanha. Hello IKEA?!?!!

E em total solidariedade para com o tema e para com a sua importância já realizei o primeiro “Desapegos” do ano, no inicio de Janeiro, em parceria com a má-vontade do maridão. Ele queixou-se, gritou e zangou-se comigo, mas no final foi super produtivo e libertador, com um resultado mais do que positivo. Aqui ficam as memórias para mais tarde destralhar.

 

VAMOS ARRUMAR?

 

 

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