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LET’S SLOW DOWN?!

13 Outubro, 2016

(Rotina de um dia normal)


08h00 – Despertador toca. Snooze (directo!).
08h05 – Despertador volta a tocar. Claramente, estou em negação de que tenho que me levantar asap.
08h10 – Levantar depois de um pequeno rolé pelo feed do Insta e do Facebook. 
08h15 – Banho
08h30 – Vestir.
08h35 – Fazer a cama
08h40 – Fazer o pequeno-almoço para a família
08h45 – Dar de comer à Concha
08h50 – Comer, efectivamente
08h55 – Fazer a marmita para levar
09h00 – Fazer uma máquina de roupa
09h10 – Tirar a loiça da máquina do dia anterior
09h15 – Sair de casa
09h50 – Chegar ao trabalho e começar a produzir loucamente
13h00 – Sair para almoçar em casa
13h30 – Almoço em casa
13h40 – Passear a Concha
14h00 – Tirar a roupa da máquina e estender
14h10 – Preparar jantar e deixar pronto para a noite
14h15 – Regresso ao trabalho
14h30 – Continuar a trabalhar que nem uma maluca
19h00 – Saída para uma formação
21h00 – Ida ao ginásio
22h30 – Chegar a casa (morta)
22h35 – Preprar o jantar
22h50 – Começar a comer
23h10 – Arrumar a cozinha 
23h30 – Vestir o pijama, lavar os dentes
23h45 – Morte cerebral no sofá
00h30 – Rastejar até à cama e sucumbir ao cansaço.

FIM

Este é um dos meus dias, sem contar muitas vezes com jantares, outros eventos, aniversários, encontros com amigos, reuniões de trabalho, cafés com as amigas, compras de supermercado ou batidas de perna nas lojas do shopping (uma pessoa também é gente). Mas este pode ser considerado um dia comum, repetido vezes e vezes sem conta, dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano. Get the point?!?

Agora pergunto: quando é que, perante um cenário destes, de agenda lotada, verdadeiramente descansamos? Eu sei que o meu período de pausa é à hora das refeições, quando me permito deglutir o máximo de comida que consigo no menor tempo possível e quando chego a casa, na sua maioria, às 22h30. Mas será isso o suficiente? CLARO QUE NÃO!

Eu sei, o João sabe (e diz-me), a minha mãe dá-me na cabeça e a minha avó teme pelo pior (ahahahah!). Entre as exigências do dia-a-dia, do trabalho que não cessa, dos compromissos que se amontoam e do sentimento FOMO (Fear of Missing Out), resta muito pouco para nós, não acham? Quem de vocês desse lado sente a mesma coisa?

Muitas vezes falo com as minhas amigas sobre isso, sobre este tempo, esta rotina que nos tritura. Quando damos por nós achamos que temos que ter sempre a casa limpa e imaculada (check!), que temos que nos desdobrar para cumprir com a alimentação hiper saudável (chek!), que não podemos falhar ao ginásio, senão ficamos uma lontras amestradas no Verão de 2017 (check!), que temos que estar sempre presentes em todos os pintelhos sociais – pardon my french – (check!). Mas será que temos mesmo que ser e fazer isto tudo?! CLARO QUE NÃO!

Este post é para mim! É para, ao escrever, incorporar. Eu, Marta Neves de Sousa, tenho que abrandar. Tenho que saber não fazer nada (juro que não sei, dá-me urticarias). Tenho que saborear o simples facto de existir, de respirar, de ESTAR. 

Chama-se a isto SLOW MOVEMENT! Não sabia do que se tratava até ontem ter estado na apresentação do novo anti-envelhecimento da Vichy, o Slow Âge, que parte deste Slow Movement, uma premissa que nos pede para abrandarmos o nosso ritmo de vida, para saborearmos mais o momento, para vivermos no presente nem stress, ansiedade e cobranças. Sounds heaven to me

A apresentação foi feita nos estúdios da Tarde é Sua, da TVI, com Fátima Lopes a conduzir, como se do seu talk show se tratasse, uma conversa, uma reflexão com todas as convidadas do painel. 

Nessa conversa pude aprender várias coisas:

– Contrariamente ao que achamos, a genética representa uma parte não tão significativa na nossa saúde e nos sinais de envelhecimento que nos surgem;

– São os factores externos e o condicionamento ambiental que fazem com que a nossa saúde, a nossa pele e o nosso bem-estar tenham as manifestações que apresentam;

– Reforçámos, mais uma vez, que a alimentação é a base de tudo. Se queremos actuar ao nível da prevenção da maior parte das doenças que assolam e vitimam nos países ocidentais, temos que ter redobrada atenção ao que ingerimos e à forma como nos alimentamos. Não há hipótese. Diminuir a ingestão de alimentos ricos em gorduras, seguir os princípios da roda alimentar, privilegiar uma alimentação mediterrânea, comer carnes brancas e peixe, abusar nas verduras, legumes e leguminosas, beber muita água e não ingerir alimentos processados;

– Abrandar! Abrandar o nosso ritmo de vida que é tão fast. Tudo é fast food, fast life, fast travel, fast home. TUDO! 

Mas não tem que ser assim. Temos que fazer um slow down ao nosso ritmo, se não queremos ser obrigados no futuro a parar. 

Viver o presente é isso! 

É abrandar o ritmo. É darmos realmente importância ao que nos faz bem e alimenta a alma. É pararmos em frente ao mar e contemplarmos a natureza. É brincar ao ar livre, aproveitar o que a vida tem para nos oferecer sem grandes construções. Procurar viver sem stress e reduzir a ansiedade que a vida nos coloca. SLOW! Sejamos SLOW!

E não é preciso muito. Pequenos gestos, pequenas alterações de estilo de vida e hábitos de consumo podem fazer enormes diferenças no nosso bem-estar. Pensem nisso. 

No processo, se pudermos cuidar um bocadinho de nós não faz mal nenhum. 

Foi por isso que, pegando nestes conceitos de slow life, a Vichy desenvolveu o primeiro anti-envelhecimento preventivo, que actua sob o efeito das agressões exteriores (Raios UV, poluição, etc.), das emoções (stress, cansaço) e do estilo de vida. Amém. 

Graças a um conhecimento profundo sobre como é que estes segmentos impactam a saúde da nossa pele, os Laboratório Vichy desenvolveram um cuidado diário para retardar o aparecimento de sinais de envelhecimento. Actua nos sinais de envelhecimento em diferentes fases de formação: desde uma textura irregular, a rugas, desde discromia, a manchas acastanhadas, desde marcas de almofada à perda de preenchimento (quem nunca?).

E sabem qual é a melhor parte? Tem uma textura e um cheirinho incríveis, graças à combinação de ingredientes totalmente naturais. Pela primeira vez, os Laboratórios da Vichy associaram um extracto antioxidante de raízes de Baicalina, usadas tradicionalmente na China, ao Bifidus fortificante e à Água Termal Mineralizante de Vichy. Só pode ser uma fórmula de sucesso.

Eu vou experimentar, que esta minha cutis de adolescente de 12 anos não vai para nova (shiuuuuuuu!) e vou partilhando com vocês toda a experiência. 

Até lá, vou tentar, ao máximo, ser mais slow, viver mais no presente, estar mais conectada comigo e com o mundo que me rodeia. 

Wish me luck! 
Agora vou só ali tirar a roupa da máquina…

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Comments

  1. Ana Isabel Costa

    25 Outubro, 2016 at 11:07 Responder

    Estou e precisar desse creme e talvez de ganhar o Euromilhões. Depois Slow down.

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