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Cool in Town | OUT with the OLD, IN with the COOL

31 Dezembro, 2014

Diz que esta é a última crónica de 2014 (buáaaaaaaaaa) e diz que esta será uma espécie de resumo do ano que passou (já me estou a sentir saudosista. Alguém me traga um copo de vinho, por favor).

Aviso já que não sou a melhor pessoa para fazer estas coisas, simplesmente porque “não gosto nada” da Passagem do Ano e a palavra “odeio” pareceu-me demasiado forte para quem quer entrar num novo ano com pensamentos positivos. You can do it!

Mas fazer este balanço impõe-se. Não num sentido de “guia prático das melhores coisas de 2014”, porque podia perfeitamente enumerar as milhentas novas hamburguerias que abriram em Lisboa, ou falar sobre os 50 novos hotéis, ou mencionar os 70 novos restaurantes da capital, fazer um balanço da cultura neste último ano que passou, e uma recensão abreviada sobre o crescimento turístico na capital portuguesa, que nos levou a ganhar 10 prémios internacionais na área do turismo. Mas não! Seria muito redutor e expectável esse resumo e nós não queremos ser mais um (senão seremos um a mais! Pumbas!).

Este balanço é meu, é pessoal e intransmissível, como a minha escova de dentes (ca nojo!). Prometo que não vos vou massacrar com um relambório de dramas pessoais ou conquistas privadas, NÃO! é apenas o meu-pessoal-publico-balanço-de-2014, de mim para vocês. Amém.

Ora bem… este ano que está mesmo mesmo mesmo a findar (coitado que parece que vai bater as botas…mas vai!) foi pincelado a agri-doce, com muito questionamento, com muitas dúvidas, com inquietação. E dando uma de guru da auto-ajuda-barata posso dizer-vos que é nesses momentos que se dá o click Não é um pum, é um click, não confundam, ok?). Aquele momento em que vocês, fartos de ouvirem os vossos próprios queixumes over and over again, decidem arregaçar mangas e fazer-se à vida. À pois é! Por isso, posso dizer que este MEU ano ficou marcado por três acontecimentos transformadores: Primeiro, a Concha, a cadela de concurso mais linda do universo entrou na minha vida. E, acreditem, até aos 4 meses marcou MUITO a minha vida, a minha casa, o meu chão, a minha cozinha e o terraço.

Segundo, fiz os Big 30 (buáaaaaaaaa). Eu sei, eu sei, não parece nada, estou espectacularmente bem conservada, nem uma ruga ou celulite, genética espectacular, mas… é uma marco para qualquer pessoa e, desculpem-me o sexismo, ainda mais para uma mulher. Pronto, já disse.  Defendem, também, as pessoas exotéricas que percebem destas coisas, que os 30 são um momento de revelação (uuuuuuuuuuu). É tempo de iniciar um novo “ciclo” e isso pressupõe revolução interior (já deu para perceber que não pesco nada disto?). E desconhecendo este facto energético, foi precisamente neste ano que senti o calling para fazer algo de diferente, romper com a rotina instalada e concretizar-me.

Por isso é que o terceiro marco deste meu 2014 foi a construção do The Coolunista, um sonho que há muito esperava ver a luz do dia, que me possibilitou discorrer sobre esta Lisboa que eu amo, na coisa mais espectacular que chegou este ano à minha/às nossas vidas, que foi a NiT (de referir que não estou a receber nada para escrever este post, no entanto, big bosses, se quiserem dar um incentivo “criativo” a esta pobre cronista, feel free to do it, mas isto vem do coração. Snif snif, que bonito!).

Só vos posso dizer que se há um ano atrás o início de 2014 não me parecia tão entusiasmante, já não consigo afirmar o mesmo sobre este ano. Graças a esta revista, a estas pessoas que acreditaram no que eu poderia dar, e ao que sei que vocês não sabem, mas que eu sei que vão gostar, 2015 vai ser uma BOMBA!!!!

Estou decidida a concretizar-me, a ajudar quem está à minha volta a realizar-se, a desafiar tudo e todos, para que tenhamos “the best year of our lives”. Vai uma aposta? Por isso “mi aguardem. Qui não vem, qui não tem” (ler com pronúncia brasileira). Vou entrar com TUDO (salvo seja!). SAI!

Por isso meus Xuxus-Leitores cá estarei para um ano cheio de coisas boas, muitas propostas fantásticas, desafios imperdíveis e gargalhadas para dar e vender. Espero que entram no novo ano com o vosso melhor EU, portanto… em BOM! E não se esqueçam do kit-superstição-não-falha-nunca: Cuequinha azul (ou de outra cor. Eu acabo sempre por escolher azul, porque sem saúdinha não se faz nada, migas), subir para cima de uma cadeira à meia-noite, com a maior nota da carteira enfiada na bota e/ou sapatinho, 12 passas na mão direita, desejos na ponta da língua, copo de champanhe na mão esquerda, e ao som das badaladas saltem da cadeira com toda a força e convicção (não se esbardalhem todas! É que a mim já me aconteceu) e deixem entrar o novo ano com um valente beijo nessas beiças. Palavra de Crente!

E lembrem-se, OUT with the OLD, IN with the COOL.

Até para o Ano!!!!!!

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