TREND

FUJAM, HOMENS DESTE PAÍS! A CUECA-DA-AVÓ VOLTOU A ESTAR NA MODA

17 Setembro, 2019

 

E, agora, um momento de silêncio pelo falecimento da vida sexual de metade dos casais deste país.

Paz à sua alma.

#SORRYNOTSORRY

 

 

Question: Mas as cuecas da avó alguma vez estiveram na moda?

Não é que alguma vez tenham estado na moda, mas… que uma pessoa usava sempre, em determinadas alturas da sua vida, do seu mês (if you know what I mean…) USAVA.

Quem diz que não, está a mentir com todos os pares de cuecas que tem no armário.

Eu já usei esta marca de cuecas, este modelo. Era bem bom. Pronto, já assumi!

 

(Pausa para pequena partilha: quem nunca teve pânico que lhe acontecesse alguma coisa de grave precisamente no dia em que tivesse a pior roupa interior vestida e, para salvar a sua vida, fosse obrigada a despir-se toda para cuidados médicos, por exemplo? Hum… só eu?!? Nunca tiveram este pesadelo? Não?! Ok… então… podemos continuar…)

 

“GRANNY GOT PANTS”

Yo, yo, yo!!!!

É este o mote da incrível campanha que a Sloggi montou para apresentar de forma cool, vá… menos má, o comeback deste ícone de estilo interior (estão a perceber que estou a tentar desesperadamente fazer deste artigo alguma coisa de jeito?).

 

 

 

 

Sob o pretexto de que o conforto também pode ser sexy e que dá imensoooooo jeito, quer sejamos velhinhas interiores ou não.

Porque, sejamos brutalmente honestas, usar fio-dental ou aquela cuequinha-que-se-enfia-por-ali-acima não é fixe todos os dias. Não é!

Uma pessoa só quer tomar banho, vestir-se e sair de casa sem ter a sensação de estar a fazer um papanicolau no banco da Fertagus. #NÃOQUER

E se tiver rendas? Ui, ui, ui, uiiiiiiiii. É um pague um, leve dois: exame ginecológico, com exfoliação garantida.

 

Ah e tal, é tudo muito giro e a pessoa tem de se manter fina e fresca, pu’dentro e pu’fora, e nós sabemos que, em determinadas alturas, temos de “dar tudo” e estar sempre impecáveis (os meus termos genéricos não poderiam denunciar mais a minha vergonha alheia, caso o meu pai leia este artigo – please, don’t!).

 

Ainda para mais, há alturas específicas do mês de cada mulher, em que em vez de um mar com vagalhões do Malhão a desbundar no nosso dérriére, só queremos as Maldivas no background. Capiche?

Queremos uma coisa calma, com areia fofa e sem grandes ondulações (juro que continuo a falar de roupa interior).

 

Perguntam vocês: serão estas as cuecas mais giras do mundo?

Não! Garantidamente que não, mas como diz o ditado: “o interior é que conta”. Certo?

Isso ou a atitude!

 

 

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