life&love

Um Dia Vou Matar Aquela Cadela. Hoje pode ser o Dia!!!!!

1 Abril, 2015

Bom não há muito mais a dizer. O título é self-explanatory eu sei que amo aquela cadela até ao fim do mundo, mas não rara vezes apetece-me matá-la. Just that. É uma fofa? É! Na sua maioria é, mas quando aquilo lhe dá para o modo destruição ela fica com requintes de malvadez que só me apetece matá-la.

Calma Marta. Breath in, breath out!
Hoje quando à hora do almoço fui para a passear, cheguei a casa, pus as chaves à porta, posei as malas e abri a porta da cozinha. Normalmente, existe a possibilidade destes dois cenários:

1) quando ela não faz asneiras, ela está sentado no tapete da cozinha, com um ar angelical e segundos depois corre na minha direcção para ser fustigada de mimos.

2) quando ela faz asneiras, ela está sentada na sua caminha com um ar angelical e com as orelhas para trás. E ai eu já sei que se ela não veio ter comigo é porque houve molho.

Hoje, quando abri a porta da cozinha deparei-me com um misto das duas situações, o que me deixou sem saber o que esperar – sentada no tapete da cozinha (por oposição à cama), mas com um ar angelical com as orelhas para baixo e sem correr na minha direcção.
Confesso, não estranhei. Assim que me cheguei a ela, fez uma festa descomunal (quase que a prever que era necessário aproveitar os meus últimos momentos de paz e harmonia). Enquanto a amassava dei uma vistoria pela cozinha e… tudo bem.

Assim que coloco pé no terraço… Pppppppppffffff….
Só me apeteceu estrafegá-la. Nem veio para o terraço comigo, como é normal. ÓBVIO!!! E o que é que a Madame fez? Decidiu subir até à mesa do terraço (não sei como) e roubar, um a um, os vasos que eu tinham comprado ONTEM na AREA para decorar o centro da mesa do exterior. MORRI!!!!!!

TODOS! Não sobrou nem um para contar a história. Não sabia se havia de ralhar com ela ou chorar. Como é que é possível? Ela teve tempo a mais para pensar naquele plano maquiavélico, tenho a certeza. Ralhei com ela (desculpem mas eu não consigo bater na bicha). Ela fugiu para a cozinha, com o maior ar de assustada/culpada à face da terra.
Apanhei os cacos todos, como se pedaços do meu coração se tratassem. Ainda consegui salvar alguns, mas ficou terrível :p E não olhei para a cara dela durante 15 minutos.
Durante esse tempo de silent treatment ela andou feita cachorrinha abandonada atrás de mim. Ora lambia-me os pés e as pernas, como que a pedir desculpas, ora deitava-se no chão de barriga para cima para me pedir festas. Só resisti os 15 minutos. Depois fizemos as pazes no tapete da entrada.

Qualquer dia vou matar aquela cadela… hoje ainda não foi o dia…

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